Wednesday, September 14, 2005

Como entrar no novo Orkut

Olha só, a M. Ortiz, me deu essa dica que é legal para quem não tem cadastro no GMAIL, basta apenas entrar nesse link e cadastrar o seu e-mail atual.

https://www.google.com/accounts/NewAccount

Depois disso, é só entrar com seus dados do orkut, é moleza.

E, é claro, depois ñ esqueça de entrar na minha comunidade;)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=590060

Para refletir: "Nossos sonhos vão muito além de nossas expectativas, mas o que importa mesmo é poder sonhar, pelo menos isso nos é permitido, tentar realizá-los, é mais que um objetivo - é um sonho." (Edilmar Lima)

Friday, September 09, 2005

'Banque' o detetive e descubra se está sendo traído
Vya Estelar entrevista o detetive Edilmar Lima
Por Angelo Medina


Edilmar Lima: "Ser detetive é trabalhar com a inteligência, desvendar mistérios e provar a verdade." Infidelidade amorosa e detetive particular: uma combinação perfeita. Vya Estelar entrevistou Edilmar Lima o detetive mais notório do Brasil. Seu conhecimento 'sherlockiano' já passou pelo Jornal Nacional, Globo Repórter, Fantástico, Bom Dia Brasil, Veja, Isto É, Revista Cláudia e por aí afora.

Ele revela qual é a maior bandeira de quem trai, os principais sinais, as mudanças de comportamento e conta como é seu trabalho neste tipo de investigação.

Edilmar alerta para um detalhe: antes de procurar um detetive, pense no que irá fazer com as provas do 'crime'. Ele aconselha seus clientes até, se for o caso, consultar um advogado e um psicólogo, para poder lidar com a questão da traição e uma eventual separação.

Lima possui empresa sediada em Brasília e atende dez entre dez políticos, resolve casos de infidelidade, traição virtual, grampo telefônico, crime industrial, comercial, empresarial e por aí afora.

Vya Estelar - Qual é maior bandeira que um traidor pode dar?

Edilmar Lima - A mulher sempre deixa muitos vestígios por onde passa, às vezes pode ser sem maldade, outras por provocação. Como por exemplo: cabelo, batom, presilhas e até roupas intimas podem ser "esquecidos" no local do encontro ou dentro do veículo do traidor que, quase sempre traz todos os indícios e provas de sua traição. Eu costumo dizer assim: o maior vacilo de quem está traindo é ter um amante, ou seja, trair já é o vacilo. (risos)

Celular é o maior vilão

Vya Estelar - Quais são as pistas que indicam que posso estar sendo traído (a)?

Edilmar Lima - Nos dias atuais, o telefone celular é o vilão. Geralmente ele toca na hora mais imprópria. Muitas vezes acaba por levantar suspeita quando quem o atende, começa a dar muitas desculpas após o termino da ligação.

O carro geralmente apresenta indícios da traição. Ao entrar no carro você percebe que o banco do passageiro está inclinado demais, pode ser que ele (a) tenha carregado algo, ou talvez o carro servira de motel.

Vya Estelar - Quais são as mudanças de comportamento mais comuns por parte de quem trai?

Edilmar Lima - Geralmente o homem tende a ficar mais carinhoso com a mulher 'oficial', e quase sempre seu apetite sexual está em alta. Em alguns casos, a mulher fica arisca, evita ter relação sexual com o parceiro, às vezes se irrita fácil e está sempre na defensiva.

Vya Estelar - O senhor é mais solicitado para esse tipo de investigação pelos homens ou pelas mulheres?

Edilmar Lima - A cada 10 clientes de casos conjugais 6 são mulheres. Percebi que nos últimos cinco anos, estes números tiveram mudanças significativas. O homem passou a contratar mais. Ou seja, antes de 1998 a mulher representava quase 90% dos clientes de casos conjugais. A meu ver, esta mudança, se dá pela facilidade de se conhecer novas pessoas. As mulheres estão saindo mais, e isso faz com que os parceiros fiquem preocupados com a sua fidelidade.

Vya Estelar - Quando as evidências vêm à tona qual é a probabilidade, de fato, de a pessoa realmente estar sendo traída?

Edilmar Lima - Os dados acima levaram 80% dos meus clientes a desconfiarem de seus parceiros. Destes, 60% restaram comprovada as suspeitas.

Vya Estelar - Num possível caso de traição, qual é a hora certa de realmente checar a verdade?

Edilmar Lima - Existem diversos indícios que o casal pode observar dentro da relação. Quando tiver algo de estranho no ar, procure orientação profissional e assim você poderá buscar a verdade a tempo de salvar a relação. A infidelidade, infelizmente já faz parte de nossas vidas, ela está em todos os lugares. A liberdade, a igualdade, contribui para que esta aconteça. A meu ver, não existe ninguém fiel, o que nos torna fiel ou não, é a ocasião, o momento em que estamos, se estamos bem com nosso parceiro, no caso da mulher, a probabilidade de se trair é mínima. Nestes anos de investigação, constatei que sexo não é motivo relevante para a mulher trair, mas a falta de amor, carinho, atenção, afeto dentro da relação, sim, são fatores que contribuem efetivamente para a traição.

Vya Estelar - Quando o senhor dá as provas do 'crime' normalmente qual é a reação do cliente?

Edilmar Lima - Em geral, a reação é quase sempre a mesma: decepção. Não me recordo de nenhum caso de arrependimento. Certa vez, uma cliente havia me contratado para buscar provas da infidelidade de seu noivo. Quando entreguei o material, ela começou a rir sem parar. Indaguei o porquê dos risos, ela me respondeu que estava muito feliz, pois ela havia descoberto que ele a traía, e com isso, ela não estragaria sua vida com um casamento fracassado antes mesmo de começar.

Vya Estelar - O que o senhor normalmente aconselha a quem vem pedir para o senhor investigar um caso de infidelidade?

Edilmar Lima - Não deixe que a desconfiança e o ciúme acabem com a sua relação. Às vezes, pode ser que o ciúme esteja lhe mostrando algo que não seja real, pois este nos torna pessoas não compreensivas - na maioria das vezes, mas se está de fato decidido (a) a contratar-me então que esteja preparado (a) para o resultado, pois este não dependerá de mim e sim do seu parceiro (a). Em geral, peço ao cliente que não mude nada na sua rotina, que continue como antes, e não comente nada com ninguém até que esteja concluída a investigação.

Vya Estelar - Qual foi o caso de infidelidade mais surpreendente que o senhor desvendou?

Edilmar Lima - Contratados por uma cliente, eu e a detetive Juliana Belém, minha sócia, descobrimos que o esposo dessa nossa cliente a traía com outro homem. Para ela, foi decepção em dobro, descobriu que estava sendo traída, e pior, trocada por um homem. Ela, a cliente, depois de um bom tempo me confidenciou que havia contraído o HIV. Esta nossa cliente faleceu há pouco tempo.

Vya Estelar - Normalmente, quanto tempo dura uma investigação?

Edilmar Lima - Uma semana é um prazo razoável para se ter a conclusão da infidelidade. Isso dependerá do andamento do caso a ser investigado: caso recente ou antigo, problemas na relação, desentendimentos, enfim, tudo isso contribui para um bom resultado de uma investigação.

Vya Estelar - Visitando seu site constatei que o senhor tem uma vasta atuação em grandes veículos da mídia. No entanto, não vi nada referente a uma formação acadêmica. Enfim, como foi sua formação para trabalhar como detetive?

Edilmar Lima - No Brasil trabalhamos de acordo com a Lei Federal 3099/57 e Decreto Federal 50532/61. A Lei diz que o detetive tem que ter pelo menos o estudo fundamental. Já nos EUA, existem faculdades para formação de detetive particular. Eu acho correto, pois trabalhamos com a vida alheia, com sentimentos dos outros.

Edilmar Lima é autor do livro "Crônicas de um Detetive" à venda pela livraria Siciliano

Saturday, September 03, 2005

Edilmar Lima em entrevista ao Portal Educacional



Esta entrevista foi realizada por alunos de 1ª à 4ª série da rede de ensino particular. Muito fera as perguntas. A garotada está realmente antenada com as novidades nacionais e mundiais. Falando sério, a educação no Brasil está dez mil vezes melhor que há 10 ou 15 anos atrás. Parabéns!


1. Quando e como você decidiu ser detetive? Por quê?
Crislaine Roberta Staricoff Viezzer; Tayanne Beltrão Scholze e Thays De Jesus Dantas.
Desde pequeno, eu já tinha uma intuição aguçada e, quando fiz 16 anos, comecei a me interessar pela área da investigação e a ler vários livros sobre o assunto para conhecer melhor a profissão. Quando completei 18 anos, fiz um curso e me profissionalizei logo em seguida. Ingressei na profissão por uma questão de realização pessoal, porque era um objetivo que eu tinha.

2. O que é preciso para se tornar um detetive? Existe algum curso superior que se pode fazer?
Gustavo Alzueta Sigaud; Karen Vasconcelos e Raphael Anthonio Grecco Ramos.
Para ser detetive no Brasil, é necessário fazer um curso de formação. Alguns podem ser realizados a distância, mas esses não são muito adequados a nossa realidade, pois, infelizmente, não têm capacidade técnica para formar bem um profissional que vai lidar com questões tão complicadas como a vida íntima de pessoas. Esses cursos apenas mostram os passos que o futuro detetive terá de seguir, mas não ensinam com eficiência. No Brasil, ainda não existe curso superior de formação de detetives, mas em outros países, como EUA e Portugal, sim.

3. Fale sobre sua profissão. Ela é bem remunerada? É preciso ter muito dinheiro para montar um escritório?
Julia Guimarães Barbosa e Keite Valéria Silva Fernandes.
De modo geral, é uma profissão como outra qualquer, mas tem suas particularidades. O profissional pode montar uma empresa de investigação ou trabalhar por conta própria. A remuneração depende do “marketing” que for feito, mas, se o detetive tiver pelo menos dois clientes por mês, terá um ótimo ganho. Para montar um escritório de investigação, é preciso, sim, investir um bom capital, pois os equipamentos são muito caros.

4. Quanto tempo dura uma investigação normalmente?
Guilherme Da Fonseca Borges.
É difícil saber quanto tempo leva uma investigação, exceto quando isso é combinado antes com o cliente. Geralmente depende das circunstâncias do caso a ser investigado. Quando se trata, por exemplo, da localização de uma pessoa desaparecida, demora em média 30 dias. Mas, se essa pessoa é um estelionatário, esse tempo pode triplicar porque normalmente esses criminosos tentam não deixar pistas que nos levariam até eles.

5. Você já sofreu alguma ameaça por estar investigando um criminoso?
Gustavo Dos Santos Haeser.
Ameaças são riscos que fazem parte da minha profissão. Eu já fui ameaçado diversas vezes e, mesmo assim, nunca deixei de cumprir minhas obrigações, mas nunca recebi uma ameaça do tipo “vou te matar”, graças a Deus. É engraçado que, com o tempo, aprendemos a perceber logo no início quando é uma ameaça ou apenas um blefe, ou seja, fingimento. E o detetive tem de saber lidar com coisas assim.

6. Você anda armado? Já usou disfarces de mulher, por exemplo?
Raphael Henrique Benassi Marinho.
Armas não combinam com minha profissão. Mesmo assim, às vezes, é preciso usar. Eu não gosto de armas, até porque, quando está armado, dependendo das circunstâncias, o profissional pode esquecer de usar a inteligência. E, para mim, essa é a melhor arma do ser humano. Mas disfarce de mulher, não! Você consegue me imaginar sair fantasiado de moça? (risos) Definitivamente, isso não combinaria com o meu velho e inseparável cavanhaque... Mas já me disfarcei de muitas coisas, até mesmo coisas ruins. Uma vez, tive de me vestir de mendigo. E o pior é que precisei ficar em um lugar no meio de mendigos de verdade e tive até que dividir uma garrafa de pinga com eles, senão eles não me deixariam ficar no meu local de vigia. Faz parte da profissão.

7. Qual foi o caso mais difícil, o mais engraçado e o seu preferido?
Pedro Augusto Gonçalves De Freitas e Victor Felipe Costa Lima Cabral.
O que considero mais complicado foi o caso de uma adolescente que havia sido reprovada por sua professora em uma prova de final de ano. Era um teste objetivo, e a professora acusou a menina de ter marcado a questão correta depois de a prova ter voltado corrigida. Imaginem o drama da aluna: ser reprovada e ainda acusada de fraude. O pai da garota me contratou para descobrir a verdade. O caso mais engraçado foi o de uma senhora que ouvia vozes do além, mas, na realidade, o “além” era um ninho de pombos entre o forro e o teto de sua casa. Esse foi cômico demais! Já o caso que mais gostei de investigar foi o de um garoto que se correspondia pela Internet em chats com uma garota e, depois de um tempo, eles “terminaram”. Acontece que, por esse e outro motivo, ele estava em profunda depressão e queria acabar com a própria vida. Felizmente, consegui avisar a mãe dele a tempo de impedir que o garoto fizesse isso. Esses três casos eu conto em detalhes no meu primeiro livro, o Crônicas de um Detetive.

8. Quais foram os piores casos que você investigou? Por quê?
Larissa Martini Lilli.
Um dos piores foi um caso de investigação de traição. Uma jovem senhora havia me contratado para investigar os passos do seu esposo. Depois de alguns dias investigando, descobrimos que ele era bissexual. E, como se não bastasse isso, alguns dias depois, a cliente me procurou no meu escritório e me fez uma revelação: por causa das traições de seu esposo, ela havia contraído o vírus HIV. Para mim, foi o pior caso de todos os tempos! Ela faleceu faz alguns anos, vítima da aids. Eu fiquei muito chateado por saber que ali chegava ao fim a vida de alguém que ainda poderia ter um belo futuro pela frente.

9. Como é o processo para a investigação de cada pista de um caso?
Clarissa Rosa Da Costa e Victor Felipe Costa Lima Cabral.
“Elementar, meu caro amigo”, como já dizia o bom e velho Sherlock Holmes. Seguir pistas é a melhor parte de uma investigação. Vou dar um exemplo bem simplificado: para um bom resultado, o primeiro passo necessário é construir uma linha imaginária traçando o caminho por onde começar a investigar e, a partir de então, começar a buscar as respostas para perguntas básicas, como: “Onde?”, “Quem?” e “Por quê?”. E, acima de tudo, é preciso lembrar que ser detetive é trabalhar com a inteligência, desvendar mistérios e provar a verdade.

10. O que mais gosta em sua profissão? Se você não fosse detetive, o que seria?
Laleska Fernandes De Assis e Victor Felipe Costa Lima Cabral.
Entre outras coisas, gosto de poder contribuir para a construção de uma sociedade mais digna e justa. Digo isso porque, às vezes, meu serviço, que geralmente é feito para uma pessoa, acaba beneficiando não só quem me contratou, mas toda a sua família, como, por exemplo, no caso de suspeita de traição. Até porque a família é a base de tudo: se ela vai bem, o resto tende a trilhar pelo mesmo caminho, e uma simples traição pode destruir toda uma família. Se eu não fosse detetive, mesmo não gostando de altura, com certeza queria ser um piloto de avião.

11. Dá muito trabalho ser detetive? Você tem clientes de outros países?
Alexander Catunda Carneiro e Vitor Lima Monteiro.
Sim, e como dá! Ao exercer nossa função, passamos boa parte do tempo ouvindo as mentiras dos investigados, descobrindo falcatruas, fraudes, traições, etc. e, por isso, mesmo tendo controle, acabamos desconfiando de tudo e de todos. Mas, da forma como estão as coisas atualmente, é bom ser desconfiado mesmo! Eu tenho clientes em diversos países, mas a procura é maior por parte de clientes de Portugal, EUA e Japão, que geralmente querem investigar o passado de determinada pessoa aqui no Brasil.

Fonte: http://www.educacional.com.br

Festa de comemoração do aniversário de 50 Anos da CELG - Companhia Energética de Goiás.