Sunday, July 31, 2005

Casamento é ou não é uma instituição falida?

INSTITUIÇÃO FAMILIAR – máxima sonora, forte e bonita, para aqueles que sonham em constituir uma linda família. Entretanto, casamento ainda não é uma instituição falida. O fracasso do casamento independe, às vezes, de seus constituintes, exceto por força maior. As famosas infidelidade e traição, nos dias atuais, são as maiores responsáveis pela destruição dos relacionamentos.

Em alguns países, a traição e a infidelidade ainda são tratadas com rigor pela lei. No Brasil, desde a promulgação do Código Penal de 1940, o adultério era tipificado como crime. Acarretava, inclusive, o direito ao esposo traído de matar tanto a esposa quanto seu amante – era a famigerada “legítima defesa da honra”. Quase tudo era permitido para se vingar em nome da honra ferida, principalmente quando se tratava de assuntos passionais. Ressalte-se que aquela “cultura” draconiana jurídica discriminatória dava brechas para que os esposos, noivos ou namorados fizessem justiça com suas próprias mãos, sob a alegação da já mencionada “legítima defesa da honra”. Mas a impressão que se tinha era que apenas os homens possuíam honra. Na verdade, tanto a mulher quanto o homem são passíveis ao sofrimento decorrente da traição ou infidelidade. A questão é que, em raríssimos casos, a mulher age com violência ao descobrir uma traição. É aí que a violência por si frustrou a vitória conquistada pelo movimento feminista daquela época. Sendo assim, a cria se voltou contra seu criador e, com isso, veio a se tornar uma legislação discriminatória que se perpetuou por várias décadas.

Não é preciso ser jurista para deduzir que nosso direito penal ainda está muito aquém da nossa realidade atual e, vez ou outra, acaba colaborando direta ou indiretamente com algumas decisões judiciais que, a meu ver, vão de encontro à evolução dos direitos humanos e à própria Constituição Federal de 1988, que consagrou a igualdade entre todos os cidadãos. Afinal, viva a democracia. (...)

Do livro: Sobre Amores & Paixões

Friday, July 29, 2005

POSFÁCIO do livro "Sobre Amores & Paixões"

Apenas um trechinho...

Há alguns anos, tive um sonho: escrever um livro. E este se transformou em realidade no momento em que publiquei o meu primeiro, Crônicas de um Detetive. Gostei tanto da idéia que, acabei, por fim, editando este segundo, consolidando assim a minha carreia de escritor. Depois de alguns meses, após a publicação do meu primeiro, comecei a escrever o Sobre Amores & Paixões. Tive vários motivos para escrevê-lo. Se fosse enumerá-los aqui, talvez, passaria horas e dias escrevendo-os. Portanto, vou resumir em algumas palavras o que me levou a conceber este, abordando, é claro, o mesmo tema: a essência do relacionamento. O que para uns são, às vezes, amores e paixões, para outros, são as famosas infidelidades e traições. É sabido que ambos estão interligados pelo ciúme, pois esse é o responsável em manter o equilíbrio entre o amor e a fidelidade, assim como, também, a infidelidade. Claro, existem regras, assim como existem exceções. Mas, afinal, quem já não sofreu, ou pelo menos, teve um ou vários surtos de ciúmes?

A infidelidade, infelizmente já faz parte de nossas vidas, ela está em todos os lugares. A liberdade, a igualdade entre os sexos, contribui para que aquela aconteça. A meu ver, não existe ninguém fiel, o que nos torna fiéis ou não, é a ocasião, o momento em que estamos. (...) Pensem nisso e nunca troquem um amor verdadeiro por alguns minutos de aventura, porque, às vezes, pode ser que do erro não tenha volta. Daí você perceberá que perdera o grande amor de sua vida. Infelizmente, na maioria das vezes, esta percepção ocorre, geralmente, tarde demais...

"Sobre Amores & Paixões" Edilmar Lima.

Wednesday, July 27, 2005

O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo)

Entre tantos outros filmes que já vi, “O Conde de Monte Cristo”, foi para mim, um dos melhores. Apesar de tê-lo visto umas “trocentas” vezes, ainda assim, bate-me uma imensa vontade de assisti-lo, outras mil.

Não falarei aqui, de todo o elenco, por saber que não sou e nunca fui, crítico de cinema. No entanto, não poderia deixar de falar, como mero telespectador, da brilhante atuação do Richard Harris, que faleceu pouco tempo depois da estréia do filme em 2002.

O Harris fez o papel de Abbé, um sábio detento que também cumpria pena pelo crime que não cometeu. Com maestria, Abbé consegue ajudar Edmond, (James Caviezel) a fugir da prisão. Diante da situação a que se encontravam, Abbé ofereceu sabedoria a Edmond como pagamento, por sua ajuda, para que juntos cavassem o túnel por onde fugiriam.

Depois de mais de 13 anos aprisionado, Edmond consegue fugir, vindo a se transformar no rico Conde de Monte Cristo. E, em busca de vingança, se infiltrou na aristocracia francesa a qual fazia parte o seu melhor amigo, Fernand (Guy Pearce), cujo qual, foi o responsável pela destruição de sua vida. Fernand traiu a confiança de Edmond por conta de sua cobiça pela linda Mercedes (Dagmara Dominczyk), com quem Edmond se casaria.

Enfim, o filme retrata uma linda história de sabedoria, lealdade e traição.

Monday, July 25, 2005

Hoje é o dia do escritor. O meu, o teu, o nosso dia!

É sabido que hoje 25 de julho se comemora o dia Nacional do Escritor. No entanto, eu como escritor, sou suspeito em falar desta data tão importante. Para mim, esta é uma data mais que especial. Na verdade, tenho este dia como a minha segunda data de aniversário. Digo isso porque foi neste mesmo dia, há três anos atrás, que escrevi meus primeiros versos, minhas primeiras palavras de escritor. Desde então, empolguei-me e não mais parei...

Tenho por mim, que os dicionários não trazem a tradução com a devida coerência. Mas, que diferença isso faz? São apenas palavras... Eu não me importo, eu também não saberia explicar o que realmente é ser um escritor. É difícil expressar, é difícil explicar... Sei o que sinto, sei o que sou quando estou escrevendo, colocando no papel os sentimentos mais profundos da minha alma.

Hoje é um dia muito especial para todos nós que trilhamos pelo caminho da literatura, sobretudo, mais especial ainda, para os nossos leitores. Pois sem vocês leitores, nada seríamos.

Aproveitando esta oportunidade, agradeço desde já a todos pelas belíssimas mensagens. Logo mais estarei respondendo-as.

E lembrem-se: "Nossos sonhos vão muito além de nossas expectativas, mas o que importa mesmo é poder sonhar, pelo menos isso nos é permitido, tentar realizá-los, é mais que um objetivo - é um sonho."

Abraço a todos e fiquem com Deus.
Edilmar Lima.

Sunday, July 24, 2005

Chore, a sua traição está sendo filmada!
por Adolfo Inácio

Você deu bandeira, levantou suspeita e agora prestará contas dentro de casa. Que vacilo! Sua relação extraconjugal chegou ao fim

24-06-05 - Depois de algum tempo de casado, ele decidiu dar importância à vaidade: levanta mais cedo e fica horas na academia em busca do corpo perfeito, passou a se preocupar com a aparência, não sai mais do salão de beleza e substituiu aqueles trapinhos furados por grifes. Que bom! Ou melhor: Que péssimo! Você se ferrou de verde-amarelo. Ele está te traindo.

E o que é uma traição nos dias de hoje? Quanta bobagem! Pelo menos, é isso o que você pensa. A simpatia do cônjuge fora de casa e a grosseria adentro podem custar a tua vida. Freud não explicaria isso tão bem, mas Edilmar Lima é mais experiente no assunto. O detetive é autor do livro “Crônicas de um Detetive”, que narra casos reais de infidelidade, crimes e até tentativas de suicídio ocorridos durante os onze anos de profissão do investigador.


Relações afetivas tendem a traição como nossos políticos tendem a fraudes. Isto é, constantemente. Enquanto um coloca os chifres, o outro sofre as fases da infidelidade: a suspeita, a investigação e o resultado final. Normalmente, os detetives sugerem que a vítima submeta-se ao teste de HIV. Fala sério! Se não bastasse a constrangedora condição, ainda deve-se ser forte para um provável resultado positivo, pois, o cônjuge, além de trair sua confiança, lhe “presenteia” com uma seqüela para toda a vida. Sensacionalismo barato? Não, é só um dos casos verídicos contados por Lima em sua obra.

A infidelidade é uma atitude egoísta. Na maioria dos casos, não se pensa nos danos que serão gerados à vítima. É do instinto de muitos homens ter a presença da Amélia na cozinha e da amante na cama, pois, dizem que dona-de-casa e sexo não combinam. Já a mulher, dá prazer ao seu “caixa” fixo, porém, compartilha o orgasmo com quem realmente entende de “fazer amor”. Encontrar um homem que a banque e, de quebra, atenda às suas necessidades íntimas, é sorte.

A qualquer mudança repentina de comportamento do cônjuge, investigue. Não importa por quem você está sendo trocada. Amor e felicidade podem ser encontrados em outra pessoa, por mais que isto leve um bom tempo. Dê importância ao que lhe pode custar a infidelidade. E, sobretudo, ame-se.

Friday, July 22, 2005

'Banque' o detetive e descubra se está sendo traído
Vya Estelar entrevista o detetive Edilmar Lima
Por Angelo Medina


Edilmar Lima: "Ser detetive é trabalhar com a inteligência, desvendar mistérios e provar a verdade." Infidelidade amorosa e detetive particular: uma combinação perfeita. Vya Estelar entrevistou Edilmar Lima o detetive mais notório do Brasil. Seu conhecimento 'sherlockiano' já passou pelo Jornal Nacional, Globo Repórter, Fantástico, Bom Dia Brasil, Veja, Isto É, Revista Cláudia e por aí afora.

Ele revela qual é a maior bandeira de quem trai, os principais sinais, as mudanças de comportamento e conta como é seu trabalho neste tipo de investigação.

Edilmar alerta para um detalhe: antes de procurar um detetive, pense no que irá fazer com as provas do 'crime'. Ele aconselha seus clientes até, se for o caso, consultar um advogado e um psicólogo, para poder lidar com a questão da traição e uma eventual separação.

Lima possui empresa sediada em Brasília e atende dez entre dez políticos, resolve casos de infidelidade, traição virtual, grampo telefônico, crime industrial, comercial, empresarial e por aí afora.

Vya Estelar - Qual é maior bandeira que um traidor pode dar?

Edilmar Lima - A mulher sempre deixa muitos vestígios por onde passa, às vezes pode ser sem maldade, outras por provocação. Como por exemplo: cabelo, batom, presilhas e até roupas intimas podem ser "esquecidos" no local do encontro ou dentro do veículo do traidor que, quase sempre traz todos os indícios e provas de sua traição. Eu costumo dizer assim: o maior vacilo de quem está traindo é ter um amante, ou seja, trair já é o vacilo. (risos)

Celular é o maior vilão

Vya Estelar - Quais são as pistas que indicam que posso estar sendo traído (a)?

Edilmar Lima - Nos dias atuais, o telefone celular é o vilão. Geralmente ele toca na hora mais imprópria. Muitas vezes acaba por levantar suspeita quando quem o atende, começa a dar muitas desculpas após o termino da ligação.

O carro geralmente apresenta indícios da traição. Ao entrar no carro você percebe que o banco do passageiro está inclinado demais, pode ser que ele (a) tenha carregado algo, ou talvez o carro servira de motel.

Vya Estelar - Quais são as mudanças de comportamento mais comuns por parte de quem trai?

Edilmar Lima - Geralmente o homem tende a ficar mais carinhoso com a mulher 'oficial', e quase sempre seu apetite sexual está em alta. Em alguns casos, a mulher fica arisca, evita ter relação sexual com o parceiro, às vezes se irrita fácil e está sempre na defensiva.

Vya Estelar - O senhor é mais solicitado para esse tipo de investigação pelos homens ou pelas mulheres?

Edilmar Lima - A cada 10 clientes de casos conjugais 6 são mulheres. Percebi que nos últimos cinco anos, estes números tiveram mudanças significativas. O homem passou a contratar mais. Ou seja, antes de 1998 a mulher representava quase 90% dos clientes de casos conjugais. A meu ver, esta mudança, se dá pela facilidade de se conhecer novas pessoas. As mulheres estão saindo mais, e isso faz com que os parceiros fiquem preocupados com a sua fidelidade.

Vya Estelar - Quando as evidências vêm à tona qual é a probabilidade, de fato, de a pessoa realmente estar sendo traída?

Edilmar Lima - Os dados acima levaram 80% dos meus clientes a desconfiarem de seus parceiros. Destes, 60% restaram comprovada as suspeitas.

Vya Estelar - Num possível caso de traição, qual é a hora certa de realmente checar a verdade?

Edilmar Lima - Existem diversos indícios que o casal pode observar dentro da relação. Quando tiver algo de estranho no ar, procure orientação profissional e assim você poderá buscar a verdade a tempo de salvar a relação. A infidelidade, infelizmente já faz parte de nossas vidas, ela está em todos os lugares. A liberdade, a igualdade, contribui para que esta aconteça. A meu ver, não existe ninguém fiel, o que nos torna fiel ou não, é a ocasião, o momento em que estamos, se estamos bem com nosso parceiro, no caso da mulher, a probabilidade de se trair é mínima. Nestes anos de investigação, constatei que sexo não é motivo relevante para a mulher trair, mas a falta de amor, carinho, atenção, afeto dentro da relação, sim, são fatores que contribuem efetivamente para a traição.

Vya Estelar - Quando o senhor dá as provas do 'crime' normalmente qual é a reação do cliente?

Edilmar Lima - Em geral, a reação é quase sempre a mesma: decepção. Não me recordo de nenhum caso de arrependimento. Certa vez, uma cliente havia me contratado para buscar provas da infidelidade de seu noivo. Quando entreguei o material, ela começou a rir sem parar. Indaguei o porquê dos risos, ela me respondeu que estava muito feliz, pois ela havia descoberto que ele a traía, e com isso, ela não estragaria sua vida com um casamento fracassado antes mesmo de começar.

Vya Estelar - O que o senhor normalmente aconselha a quem vem pedir para o senhor investigar um caso de infidelidade?

Edilmar Lima - Não deixe que a desconfiança e o ciúme acabem com a sua relação. Às vezes, pode ser que o ciúme esteja lhe mostrando algo que não seja real, pois este nos torna pessoas não compreensivas - na maioria das vezes, mas se está de fato decidido (a) a contratar-me então que esteja preparado (a) para o resultado, pois este não dependerá de mim e sim do seu parceiro (a). Em geral, peço ao cliente que não mude nada na sua rotina, que continue como antes, e não comente nada com ninguém até que esteja concluída a investigação.

Vya Estelar - Qual foi o caso de infidelidade mais surpreendente que o senhor desvendou?

Edilmar Lima - Contratados por uma cliente, eu e a detetive Juliana Belém, minha sócia, descobrimos que o esposo dessa nossa cliente a traía com outro homem. Para ela, foi decepção em dobro, descobriu que estava sendo traída, e pior, trocada por um homem. Ela, a cliente, depois de um bom tempo me confidenciou que havia contraído o HIV. Esta nossa cliente faleceu há pouco tempo.

Vya Estelar - Normalmente, quanto tempo dura uma investigação?

Edilmar Lima - Uma semana é um prazo razoável para se ter a conclusão da infidelidade. Isso dependerá do andamento do caso a ser investigado: caso recente ou antigo, problemas na relação, desentendimentos, enfim, tudo isso contribui para um bom resultado de uma investigação.

Vya Estelar - Visitando seu site constatei que o senhor tem uma vasta atuação em grandes veículos da mídia. No entanto, não vi nada referente a uma formação acadêmica. Enfim, como foi sua formação para trabalhar como detetive?

Edilmar Lima - No Brasil trabalhamos de acordo com a Lei Federal 3099/57 e Decreto Federal 50532/61. A Lei diz que o detetive tem que ter pelo menos o estudo fundamental. Já nos EUA, existem faculdades para formação de detetive particular. Eu acho correto, pois trabalhamos com a vida alheia, com sentimentos dos outros.

Edilmar Lima é autor do livro "Crônicas de um Detetive" à venda pela livraria Siciliano

Nova modalidade de assalto.
Por Edilmar Lima

Você está num show com seus amigos e mesmo assim, pode vir a ser assaltado sem que ninguém nada perceba. Inesperadamente um indivíduo, aproveitando a multidão, encosta-se em você e anuncia o assalto. É uma ação muito rápida diante de todos e, geralmente pedem apenas o celular e a carteira. As vítimas são na maioria, mulheres.

Constata-se que em apenas um show no Ginásio Nilson Nelson em Brasília, mais de três pessoas foram vítimas. Quem presenciou um destes assaltos, disse que é uma abordagem muito rápida e discreta. "O elemento chegou e falou no ouvido da menina, jamais imaginei ser um assalto, pensei ser um amigo dela".

Medidas preventivas são sempre bem vindas. Sendo assim, evite levar consigo para Shows: celulares carteiras ou outros objetos de valores. Leve apenas sua identidade junto a um número de telefone de sua família. E não esqueça de distribuir o dinheiro nos seus bolsos. Pois, em caso de assalto, você ainda pode ficar com um pouco para o próximo assaltante.

Chega ainda este ano nas livrarias, a nova obra do escritor Edilmar Lima

Autor do livro "Crônicas de um Detetive", Edilmar Lima tem motivos de sobra para comemorar o sucesso de sua primeira obra. Tendo vendido milhares de exemplares em um único ano, Lima destaca-se entre a nova safra de escritores por inovar e ousar em seus livros.

Conta com um público de jovens leitores, em especial os adolescentes, os quais representam uma significativa parcela dentre os consumidores de sua obra. Os temas abordados vão de traição a amores mal resolvidos.

Entretanto, ainda não há uma previsão para o lançamento de sua terceira obra: "Nada posso afirmar, não por agora. É melhor esperar mais um pouco para divulgar a data do lançamento, pois não gosto de criar expectativa nos leitores. Lançar um livro é complicado e, embora este esteja pronto desde janeiro do corrente ano, ainda prefiro aguardar um momento mais oportuno", afirma.

A nova obra "O beijo é a Explosão da Química Humana" trará como tema principal a infidelidade e a traição. Lima adianta: "é um livro instigante, baseado em fatos reais". Ao que tudo indica, será um romance com uma trama envolvente onde o autor narra boa parte de sua história pessoal e profissional, como detetive.

Lima está confiante no mercado editorial: "Está em ascensão e tem espaço para todos os escritores, consagrados ou não, o negocio é inovar, sempre", declara.

Na obra, Lima diz o que pensa, "... quando se está apaixonado, a pessoa se transforma completamente, fica bestificada. O que importa é viver intensamente cada minuto daquela paixão, quebrando barreiras e limites, ganhando asas imaginárias, até que se descubra que tudo não passa apenas de ilusão..." Não bastasse isso, Lima enfatiza que, "entretanto, para mim, o conceito de amor é subjetivo". Se chegar às livrarias assim, a crítica terá muito o que falar.

Na Comunidade Edilmar Lima no Orkut, você pode concorrer a vários livros do escritor.

Últimas da Redação.
www.edilmarlima.com.br

O mesmo autor de "Crônicas de um Detetive", Edilmar Lima, se prepara para lançar mais uma obra.
por Adolfo Inácio

11/04/05 - O mesmo autor de "Crônicas de um Detetive", Edilmar Lima, se prepara para lançar mais uma obra, "O Beijo e a Explosão da Química Humana", que discute e explica casos e situações que envolvem a traição e a infidelidade entre jovens casais. Um ponto-chave do livro são os efeitos da traição nos adolescentes, as principais vítimas das relações extraconjugais dos pais.

Cotidianamente, Lima, que também é detetive particular e diretor da Central Única Federal dos Detetives do Brasil (CUFDB), com sede em Brasília, recebe dezenas de e-mails, cartas e telefonemas, sendo a maioria destes contatos sobre traição e infidelidade na juventude. "Surpreendentemente, boa parte dos leitores é composta por adolescentes, com idade entre 12 e 17 anos", conta. No entanto, o escritor adianta que seu livro não servirá para revelar o que leva uma pessoa a trair.

"É um assunto muito delicado de ser tratado. Claro, existem várias teorias com relação ao tema abordado na obra, porém, algumas fogem da realidade; e a minha intenção não foi discuti-las, mas sim expor a sua forma de pensar. Haveria a necessidade de um estudo científico para desvendar este mistério que, para mim, ainda falta muito para ser desvendado", ressaltou o especialista em investigação de infidelidade, com onze anos de profissão.

O autor defende a teoria de que a traição faz parte do extinto masculino. "A mulher, para trair, precisa de motivos; já o homem, somente de oportunidades". E para polemizar, acrescenta: "Eu condeno o cara que tem uma amante, mas entendo os que transam com prostitutas". Para ele, a mulher deveria ter um acompanhamento psicológico durante a investigação de traição, pois muitas têm reações inesperadas ao descobrir que seu parceiro é infiel no relacionamento.

Baseando-se em investigações de fidelidade (incluindo depoimentos e resultados) realizadas pelo próprio autor, sentiu-se a necessidade de escrever "O Beijo e a Explosão da Química Humana", que deverá ser lançado ainda este ano. Já "Crônicas de um Detetive" circula pelas principais livrarias do país. Em breve, chegará uma terceira obra, com o mesmo assunto, porém, sem data prevista para lançamento.

Site Oficial do escritor: http://www.edilmarlima.com.br

Fonte: Portal Geléia Geral

Investigador ou psicólogo?

Autor do livro Crônicas de um Detetive, sobre traição, e Sobre Amores e Paixões, Lima arrisca algumas teses sobre a traição. "A mulher para trair precisa de motivos; já o homem, somente de oportunidades", declara. Uma nova obra será lançada ainda este ano, O Beijo e a Explosão da Química Humana, que tratará sobre os efeitos da traição nos adolescentes. Segundo Lima, os menores de 14 a 17 anos seriam os que mais sofrem com as relações extraconjugais dos pais.

O detetive defende um acompanhamento psicológico das mulheres durante uma investigação de traição. "No começo eu era frio. Eu dava o resultado final da investigação e pronto. Hoje eu sei que temos que dar um suporte. 90% das clientes precisam de um apoio psicológico", acredita.

Lima se autoproclama um defensor da família e diz que "é do homem trair". "Eu condeno o cara que tem uma amante, mas entendo os que transam com prostitutas", declara.

"Detetive Edilmar Lima, um especialista em investigação de infidelidade"

Em parte, o psiquiatra Marca Filho concorda com o detetive. "Há uma teoria que afirma que o homem teria um instinto reprodutivo, por isso sairia transando com todas; já a mulher faria uma seleção, em busca do progenitor ideal", explica. Entretanto, continua o psiquiatra, "com a evolução das mulheres, que se tornaram mais ativas, principalmente no mercado de trabalho, elas tendem a ser mais sexualizadas e acabam tendo um comportamento semelhante ao dos homens".

Marca Filho enfatiza, entretanto, que o importante não é a descoberta feita pelo detetive no final da investigação, mas o motivo de se procurar o profissional. "É fundamental entender isso para estabelecer uma convivência melhor, onde o vínculo se estabeleça por confiança e companheirismo e não seja necessário colocar uma terceira pessoa na relação, no caso, um detetive."

Compre aqui o livro "Crônicas de um Detetive"

Redação Terra
Por: Rafael Balsemão

Fotógrafo multado por tentar flagrar adultério

Fotografar alguém sem permissão pode custar caro. Esse é o entendimento da 17ª Vara Cível de Brasília, que em recente decisão do juiz Júlio Roberto dos Reis condenou o fotografo Élcio Luiz da Rosa Escobar a pagar R$ 5 mil, por danos morais, a uma jovem.

A moça, identificada apenas como C.A.M., foi seguida dia e noite pelo fotógrafo, contratado como detetive pelo marido dela, na tentativa de obter um flagrante de adultério. O juiz, no entanto, entendeu que o fotógrafo violou a esfera íntima da moça, pois não tinha a anuência dela.

Para os profissionais da área, a decisão do juiz é equivocada. O presidente da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, detetive Edilmar Lima, entende, por exemplo, que a pessoa pode ser fotografada em lugares públicos, desde que a imagem não seja ofensiva ou constrangedora. "Ele tem que recorrer dessa decisão. O contrato que costumamos firmar com nossos clientes esclarece ao contratante que o material entregue pelo detetive é de uso restrito do cliente", afirma.

Outro profissional, o detetive Fábio acha que as fotos não invadem a privacidade, desde que respeitados os limites do lar e das situações constrangedoras. "Uma investigação sem imagens é apenas uma fofoca. Invasão de privacidade são as escutas telefônicas feitas pela polícia, agente do Estado", diz.

Fonte: Jornal de Brasília

As big sisters

De olho em todos e em tudo, mulheres descobrem o mercado da investigação particular

Elas não usam sobretudo nem fumam cachimbo como Sherlock Holmes. A lupa foi substituída por microcâmeras, gravadores e máquinas fotográficas. O tradicional cenário de filmes e livros policiais, em que apenas homens eram detetives, foi substituído por histórias que se parecem mais com a de Miss Marple dos livros de Agatha Christie.

A trama, porém, é menos fantástica e envolve mais casos de traição do que crimes indecifráveis. "Não dá para confundir o nosso trabalho com o que se vê nos filmes", diz Ana, detetive há 10 anos. Sua identidade, como a de maioria dos detetives, é disfarçada por um codinome. No Brasil, ainda são poucas as investigadoras particulares. Dos 60 mil detetives profissionais no País, apenas 8% são mulheres, estima a Central Única Federal dos Detetives do Brasil (CUFDB). Mas aos poucos, elas estão ganhando espaço na profissão. Ana Martha acredita que 40% dos detetives no DF são do sexo feminino.

Ser mulher facilita, de muitas maneiras, o trabalho de investigação. "A mulher tem mais jogo de cintura para se infiltrar em empresas, espiar em restaurantes, ou se enturmar com funcionários de alto escalão, que representam grande parte dos nossos clientes", explica Juliana Belém, sócia da CUFDB.

A sensibilidade feminina também é uma vantagem nos casos de infidelidade conjugal – que representam mais de 70% dos serviços prestados por detetives particulares. Elas têm que controlar o ciúme dos clientes, evitar tragédias familiares e lidar com as decepções dos que descobrem estar sendo traídos.

Muitas vezes, o detetive faz o papel de psicólogo ou terapeuta familiar. "A infidelidade conjugal não envolve apenas o triângulo amoroso. Há famílias e filhos envolvidos", lembra Juliana. As investigadoras contam histórias em que os clientes se tornaram amigos. "Mesmo depois do fim da investigação, eles ligam, dão notícias", conta.

Depois de 15 dias de investigação sem nenhuma prova de adultério, Ana Martha teve uma "conversa séria" com uma cliente, dando-lhe conselhos para melhorar a relação. Pouco tempo depois, a cliente a procurou para dizer que o casamento estava bem, que o marido trabalhava menos e ela estava mais tranqüila. As duas são amigas até hoje. Segundo Ana, a maioria dos seus clientes não se separa. "A dúvida atrapalha muito mais o relacionamento do que a própria traição. Depois das provas na mão, o casal conversa e acaba se resolvendo", diz. Mas nem todos os casos acabam bem. A investigadora Sandra e seu sócio Hudini, ambos com nomes falsos, contam que a suspeita do adultério é confirmada, muitas vezes, com parceiros do mesmo sexo. "A maioria dos clientes prefere não saber se o seu marido ou esposa é homossexual", diz Sandra, para quem homens e mulheres traem em proporções iguais. "Não há uma diferença significativa entre os dois sexos", acredita. Há ainda os casos em que o traído pede para dar flagrante no adúltero. Os detetives avisam e saem de cena. Dependendo do caso, a polícia é avisada, para evitar que o barraco acabe em uma desgraça.

Fonte: Jornal de Brasília

Casos amorosos e adultério correspondem a 40% dos grampos

23:53 13/07

Agência de detetives são bastante procuradas para bisbilhotar a vida de familiares e amantes; Justiça, entretanto, não reconhece gravações ilegais como prova de adultério

SÃO PAULO - O que leva uma pessoa a grampear um telefone? Espionagem industrial, intrigas políticas e concorrência comercial vêm logo à cabeça. Mas nem só disso vive o grampo.

A tecnologia avançou a tal ponto que permite o uso do grampo por qualquer pessoa. Daí muito da renda das agências de detetives vir de casos envolvendo a vida particular dos indivíduos.

Segundo o presidente da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, Edilmar Lima, 40% dos casos investigados pela categoria correspondem a casos sexuais, amorosos e conjugais.

São pais grampeando filhos, maridos grampeando esposas e vice-versa. A preocupação dos pais varia em torno de drogas e amizade. Os amantes estão sempre sedentos por informações que mostrem eventuais traições do parceiro.

Não é à toa que diversas agências anunciam em letras garrafais que atendem ao "público GLS". Na corrida para ver quem bisbilhota mais a vida alheia, a segmentação tem um apelo comercial bastante forte.

Mas para quem pretende utilizar um grampo como prova de infidelidade conjugal, uma notícia desanimadora: o Superior Tribunal de Justiça negou, nesta semana, autorização a um empresário de paulistano para usar gravações de conversas telefônicas da mulher para este fim.

Fonte: Último Segundo

Infidelidade virtual

Segundo detetives, Internet é a principal “destruidora de lares” da atualidade
Por João Marinho

Você é casado, leitor? Tem namorad@? Já pulou a cerca? Grosso modo, ao assumirem uma relação estável, as pessoas entendem que o tipo de acordo será o mesmo que nossos pais ensinaram: fidelidade estrita, um casamento “de papel passado” no futuro e, se possível, filhos para encher a casa.

Entretanto, agora que você cresceu, já deve ter percebido que nem sempre as coisas são assim. Nem para nós, nem para nossos pais. Muitos casados traem, o que não necessariamente quer dizer que não se gostem.

Nós, que trabalhos em uma revista erótica, sabemos que, do ponto de vista do leitor, é muitas vezes difícil resistir a uma bela mulher, além de que o ser humano é fértil em criar fantasias e fetiches, nem sempre “executáveis” em casa. Por outro lado, muitas vezes a traição é apenas pura sacanagem ou mesmo um sinal de que a relação acabou e ninguém percebeu.

Soma-se a isso o surgimento de uma variedade imensa de “relacionamentos modernos”: gente que faz swing ou ménage, participa de orgias, sai com outras pessoas... Tudo consensualmente. Não nos cabe, portanto, julgar o mérito da questão. Entretanto, uma coisa é certa: muito disso que está aí tem uma forte relação com a internet.


SEXO NA REDE

Essa conclusão, a que muitos chegam por lógica, é confirmada por Edilmar Lima, 29 anos: “Para quem não tem internet, a coisa ‘tá feia’ [...] A maioria das pessoas que flagramos têm internet”.

Edilmar é detetive particular há 11 anos e sócio da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, em Brasília-DF. A Central atende todo o país e distribui serviços de investigação conjugal, política, criminal e empresarial para profissionais em diversas localidades. A infidelidade no casal, entretanto, responde por cerca de 70% de todo o trabalho feito.

Lima chama a atenção para a presença de casados nas salas de bate-papo. “Às vezes entro profissionalmente, para entrevistar pessoas mesmo. Outro dia, entrei como mulher e teclei com alguns. Eram todos casados”, conta.

A investigação de quem usa a internet para trair começa muitas vezes pelo computador. “A gente dá uma olhada no conteúdo do computador, procura a pessoa nos chats, verifica a existência de e-mails gratuitos escondidos. Com o número do IP [Nota do redator: Internet Protocol, uma espécie de endereço numérico que seu micro assume na Web, ao ser conectado], fica mais fácil levantar informações”.

A facilidade de encontrar parceiro é o principal atrativo da Web. “Hoje em dia, não é mais preciso sair [...] pra encontrar outra pessoa, se houver vontade”, diz Juliana Belém, 25 anos, sócia de Lima e detetive há sete anos.

Além disso, segundo ela, os casos surgidos online são mais difíceis de pegar, ainda que mais freqüentes. “A pessoa é geralmente desconhecida do casal, mas eles passam bastante tempo se conhecendo pela internet, falam por fone, comunicam-se por e-mail, Messenger e ICQ antes [...] Quando se encontram, mantêm muito cuidado. Hoje, por exemplo, tenho percebido que, em vez de irem para o motel, eles vão para um hotel. Fica mais difícil caracterizar a traição”. Ademais, quem adere ao esquema “rotativo” complica ainda mais a investigação.


PODER FEMININO

A mulher é hoje a principal cliente da Central de Detetives, invertendo a tendência existente há três anos, com os homens como maioria. “O valor do serviço não é tão barato, e hoje a mulher já tem um certo destaque na economia. Algumas vezes, até ganha mais que o marido [...] Então, ela tem o poder para pagar o serviço”, explica Juliana.

A mulher é também mais vingativa. “O homem não tem o sangue frio para esperar o que vai acontecer. Na menor desconfiança, já vem falar conosco. A mulher, quando nos procura, já sabe o endereço da amante, há quantos dias o marido está com ela, os horários em que se encontram...”.

Uma vez confirmada a infidelidade, o resultado costuma ser a separação, para ambos os sexos. No geral, entretanto, novamente a mulher aparece como mais fria. “A mulher já quer partir logo para a separação. Já alguns homens fazem de conta que não sabem de nada, são mais flexíveis”, diz Lima. Juliana parece discordar. “A mulher é mais vingativa, mas o homem não aceita ser traído nem pela amante”.


MUY AMIGOS...

Certo. A internet é a principal causa da infidelidade, mas e quando não é possível contar com ela? “Quando comecei, havia pouquíssimos serviços vindos da internet”, conta Juliana, “sem internet e quando a pessoa trabalha e passa muito tempo no serviço, ela geralmente tem amante no trabalho. Isso ocorre em 80% dos casos, especialmente entre casais casados.

Entre namorados, também ocorre muito de haver alguém que a pessoa conheceu em festas, bares, na rua. Quando a pessoa não é casada e tem amante, não há uma preocupação tão grande em não manter contato em público”.

Em geral, a traição “off-line” acontece com pessoas conhecidas. “Noventa por cento [...] é de pessoas que conhecem a família”, diz Lima. Tanto nesses casos quanto nos da internet, as provas são incontestáveis: fotos, filmagens, relatórios, dados, horários de encontro, etc.


OUTROS SABORES

De 15 a 20% das traições empreendidas por mulheres ocorrem com outras mulheres e de 5 a 10% das traições masculinas ocorrem com outros homens, diz Juliana. “Homens traindo com homens é mais difícil de acontecer, mas mais fácil de caracterizar”.

Isso, claro, entre os casais heterossexuais, pois o público homossexual também recorre aos serviços da Central. As lésbicas os procuram com mais freqüência, mas os gays são mais rígidos quando descobrem a traição. No total, em comparação com os casais héteros, os homossexuais tendem mais a se separar.


PROVA DE AMOR?

Quando a traição, porém, não é comprovada? “Alguns casais encaram como uma forma de amor”, diz Lima. “Outros ficam putos, mas acabam ficando juntos”. E você, leitor, o que faria se fosse investigado? Haveria algo a ser descoberto? Cuidado, um detetive pode estar à espreita...


Frases:

“Acho que para a mulher trair, ela precisa de um bom motivo. O homem só precisa de um lugar”
Juliana Belém, 25 anos, detetive


“Quem tem ‘amantes rotativos’ é mais difícil de ser descoberto”
Edilmar Lima, 29 anos, detetive

Para saber mais:
www.centralunica.com.br site da Central dos Detetives

www.edilmarlima.com.br site pessoal de Edilmar Lima

No Brasil...

· 25% das mulheres admitiram já ter traído
· 50% dos homens já pularam a cerca
· apenas 25% dos casados esperam fidelidade
Fonte: Projeto Sexualidade/Universidade de São Paulo
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Adaptado do original publicado na revista Sexfilmes VCD no. 4

Drogas levam pais a investigar filhos

Preocupados com o envolvimento dos filhos com drogas, pais de classe média têm recorrido cada vez mais aos serviços de detetives particulares. Dados da Central Única Federal dos Detetives do Brasil mostram que no DF as agências particulares investigam, em média, três jovens por mês, a pedido de famílias dispostas a desembolsar até R$ 8 mil para investigar a vida dos filhos.

Segundo a polícia, a preocupação dos pais não é em vão. As estatísticas comprovam o crescimento das ocorrências envolvendo drogas e jovens. De acordo com dados da Delegacia da Criança e do Adolescente, até julho deste ano 153 menores foram detidos por porte de drogas. Em todo o ano passado, foram 311 e em 2001, 273 registros.

Munidos de relatórios e horas de gravação em vídeo, os detetives participam dos dramas familiares. Da tensão quando a suspeita se confirma ao alívio quando tudo não passou de desconfiança. Os profissionais demoram, em média, cerca de 20 dias para juntar as informações necessárias. Mas garantem: há adolescentes tão discretos que exigem mais tempo de apuração, alongando a missão dos detetives para até três meses.

A investigadora particular Juliana Belém, que comanda o escritório regional da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, conta que sua agência elabora até cinco orçamentos por semana para pais desconfiados. "Os pais, habitualmente, desconhecem as atitudes dos usuários de drogas e não conseguem perceber o envolvimento dos filhos com entorpecentes", explica.

A medida pode surtir efeito até preventivamente. Os pais de André (nome fictício) chegaram a contratar um detetive para investigá-lo. Mas o rapaz desconfiou da atitude dos pais e resolveu revelar-se usuário de drogas, antes que o investigador entregasse o dossiê.

Fonte: Jornal de Brasília

Um verdadeiro banquete para quem gosta de crônicas sobre as tentações da vida... Este livro, baseado em casos reais, mostra bem a dificuldade do ser humano em lidar com as "provocações" do dia a dia. Uma mulher maravilhosa, charmosa e sensual muitas vezes é algo irresistível para muitos homens, mesmo para aqueles que têm uma família linda, filhos bem educados, esposa atenciosa e muitas vezes bonita também... A tentação é tão grande que tanto o homem quanto a mulher colocam tudo em risco, jogam tudo para cima por minutos de prazer... minutos de prazer e depois horas e dias de tormento, de sentimento de culpa, depois que os fatos vêm à tona. Este é um livro que estimula uma reflexão sobre os valores da vida, o peso de certos atos impulsivos e suas conseqüências. Certamente um excelente entretenimento...

Crônicas de um Detetive é um livro que aborda um dos temas que mais atraem as pessoas, a traição. Através de casos reais, o Detetive Lima aborda vários aspectos do desejo "incontrolável" de se relacionar com outras pessoas. É um livro tanto para quem já traiu, para quem acha que está sendo traído e para quem pensa em trair. Nos faz pensar até que ponto a infidelidade vale mesmo a pena. Será que a traição é uma atitude digna em algum caso? O que te faz trair? Subsistência? Será que temos o direito de brincar com a vida de quem nos jura amor? Quem é traído sofre muito, pode ficar uma cicatriz para sempre. O traidor tem muita responsabilidade, pois omitindo uma vida amorosa paralela, pode estar tirando a oportunidade do seu parceiro ser feliz com outra pessoa que lhe dê valor. Hoje existem várias maneiras de se saber se estamos sendo traídos. Se trair é seu objetivo de vida, faça direito, tente não deixar rastros, vestígios, pois um detetive pode estar atrás de você. Na verdade, o livro do Edilmar Lima, deveria se chamar de O diário de um Detetive

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Biografia do escritor Edilmar Lima

O escritor Edilmar Lima, atuando há mais de 10 anos na profissão de Detetive Particular, decidiu ingressar também na carreira de escritor. Lima é Piauiense, criado em Brasília - DF, antes morou em Luziânia -GO chegou em Brasília com pouco mais de 2 anos de vida. Para Lima, Brasília é a melhor cidade para se viver.

O Piauiense Edilmar Lima, apesar de sua pouquíssima idade, já tem muita experiência de vida e, claro, muita história para contar.

Nada melhor que um detetive como o Edilmar Lima, para nos relatar sua experiência de vida. Nem mesmo para os amigos, Lima não abre mão de seus segredos, segredos de sucesso, ele se limita apenas em dizer: "nasci do nada, e hoje já apareci até na Globo..." mas segundo ele, estar na mídia, tem seu preço. "As pessoas acham que somos diferentes dos outros profissionais, nos cobram mais, às vezes temos que fazer mágica, senão elas jogam na nossa cara, esquecem que sou detetive e não mágico."

Para Edilmar Lima, escrever era apenas uma diversão, mas, de tanto ouvir que ele deveria escrever um livro, então, com o passar do tempo ele decidiu que escreveria seu primeiro livro, o primeiro de uma série.

Lima é um exemplo de profissional, nestes pouco mais de 10 anos de investigação, ele revolucionou a história da investigação no Brasil. Temos que lembrar que existe o antes, o durante e o depois.

O antes: A profissão no Brasil estava esquecida, pouco se ouvia falar em detetive particular, todos tinham medo de mostrar a cara, mas, Lima chegou para revolucionar de vez, chegou para moralizar a classe profissional. Sua primeira participação em matéria jornalística foi no Globo Repórter, onde ele mostrou sua cara para todo Brasil. Para ele, um profissional que não têm nada a esconder, tem que aparecer, não pode ter medo.

O durante: Edilmar Lima, foi crescendo, ganhando espaço, se transformando em referencia de profissional ético e competente. Hoje ele é o ícone da investigação no Brasil. Invejado por uns, idolatrado por outros. O verdadeiro Sherlock Brasileiro.

O depois: Segundo Edilmar Lima: "o depois não existe, o depois é coisa do passado, é o passado que faz o depois, sem passado não seremos ninguém depois."

Nos dias atuais, Lima tem clientes em diversos países, Japão, Estados Unidos, Portugal, Emirados Árabes Unidos, Uruguai, Espanha, Alemanha, França, Canadá, África, e etc.

Portfólio do autor:

Detetive Edilmar Lima é diretor fundador da Central Única Federal dos Detetives do Brasil-Ltda, agência de investigação de acordo com a Lei Federal 3099/57 e Decreto Federal 50532/61, com sede em Brasília - DF.

Participou de grandes reportagens em nível nacional como o Globo Repórter, Jornal Nacional, Fantástico, Jornal da Band e o programa de auditório Boa Noite Brasil da TV Bandeirantes. Além disso, foi tema de matérias na imprensa escrita e radiodifusão. Entre estas podemos citar a Istoé, Veja, Viva Mais, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Rádio Atividade FM e Rádio OK FM de Brasília, entre várias outras entrevistas concedidas a meios de comunicação de diversas cidades de todo o Brasil. O primeiro Detetive a entrar no Livro dos Recordes Brasileiro, como o Detetive com maior participação na mídia.

Sinopse do livro Crônicas de um Detetive:

Para facilitar o entendimento do leitor, Lima relata casos reais desde seu início até a sua conclusão, assim como técnicas usadas para elucidação dos mesmos.
Para você que gosta de mistério este é o livro.
Ao final você irá perceber a importância da busca constante da verdade quando se tem dúvidas. "Lembre-se confiar nunca é o bastante para ser feliz no amor" (Edilmar Lima)

Fale com nossa assessoria de imprensa: http://www.cufdb.com.br

Edilmar Lima em entrevista

Ele é um dos detetives mais famosos do Brasil, Edilmar Lima, à frente da Central Única Federal dos Detetives do Brasil, em Brasília, investiga casos criminais, localiza pessoas, levanta a vida pregressa de funcionários, rastreia o que as crianças fazem na internet, e claro, desvenda traições conjugais.

"50% dos meus casos são traições" afirma Lima. São tantos adultérios, que o detetive conseguiu ao longo dos anos, traçar um padrão. "Ninguém trai de manhã e um dos horários preferidos é o almoço" confidencia.

Leia a entrevista e conheça um pouco mais sobre detetives e traições.

Candango: Como é ser detetive no Brasil?

Lima: No Brasil o detetive profissional não é nenhum James Bond ou Sherlock. Não é nenhum herói aventureiro cercado de mulheres, carrões e cheio de sucesso. Aqui, os detetives, para se saírem bem, precisam ser cautelosos, honestos, discretos e habilidosos. Precisa ser um detetive de verdade, lutar por seus ideais, não um sonhador.

Candango: Qual foi seu primeiro caso?

Lima: Meu primeiro caso foi em Taguatinga. Uma traição que descobri e comprovei através de fotos. Foi muito difícil, porquê na época, trabalhávamos com equipamentos de baixa tecnologia, mas conseguimos.

Candango: Quais os casos mais surpreendentes que você já investigou?

Lima: Todos são surpreendentes. Casos de pedofilia, onde o pai coloca fotos da sua filhinha de dois anos na internet. Traição onde o marido é homossexual e a mulher não sabia. Casos de contra espionagem industrial. Funcionários que roubam as empresas onde trabalham. Sempre me surpreendo com os desfechos, por isso escrevi o livro.

Candango: Você já se meteu em alguma enrascada quando está em campana?

Lima: Há pouco tempo fizemos uma investigação em Tocantins que envolvia pessoas importantes do estado. Se não saíssemos correndo de lá certamente teríamos morrido. Fora isso, em diversos casos já me vi em situações com um revólver na cabeça, ou com uma arma na boca. Acabei me acostumando, os riscos são inerentes a esta profissão, já estou acostumado.

Candango: A maioria dos casos que você pega são relativos à traições entre casais. Que dicas você dá para quem está desconfiando do parceiro?

Lima: Primeiro mantenha a calma e não fale nada com seu parceiro. Se você assusta-lo, fica muito difícil descobrirmos a verdade. Depois, chame um profissional, isso vai ser bem melhor do que conviver com a dúvida.

Candango: Qual o maior vacilo de quem trai?

Lima: O celular é um erro recorrente. Os meus clientes sempre começam a desconfiar dos parceiros por causa dos vacilos no celular.

Candango: Qual o maior barraco, que você já presenciou em suas investigações?

Lima: Uma vez vi um marido pegar uma mulher pelo cabelo e bater com a cabeça dela na parede, foi horrível.

Candango: Qual a melhor maneira de se ter um amante?

Lima: O melhor amante é aquele, ou aquela, que sabe que você é casado e aceita sua mulher, ou seu marido.

Candango: Quais são os equipamentos de ponta que você utiliza?

Lima: Micro-câmeras sem fio, receptores de escuta com alcance de 1 km, bloqueadores de escuta e equipamentos anti-grampos. Lembramos que grampos telefônicos são ilegais.

Candango: Você já se arrependeu de ter feito alguma investigação?

Lima: Há um mês infiltramos uma pessoa em uma empresa para descobrirmos quem estava roubando. O resultado foi que prendemos uma moça de 20 anos, bonita, da classe média. Ela ficou dois dias presa e sei que isso vai acabar com a carreira profissional dela. Não me arrependi, mas fico abalado.

Candango: Estamos em Brasília. É certo achar que aqui existe um forte esquema de espionagem entre políticos e lobistas?

Lima: Aqui, tem muita gente que acha que para subir, tem de pisar na cabeça dos outros. Muitos clientes me procuram para se precaver desse tipo de gente com bloqueadores de escuta em suas salas de trabalho e proteção às suas linhas telefônicas.

São tantas histórias que o Detetive Lima, lançou o livro "Crônicas de um Detetive."
Saiba mais no site Oficial do Escritor Edilmar Lima.

Texto: de Cassiano Sampaio - do Portal Candango
Contato com o Detetive Edilmar Lima, Telefone: (61) 3382 4508

A troca de casais, que casais?
Por Edilmar Lima

Lendo os classificados de um jornal, José se deparou com um anúncio um pouco instigante que anunciava uma festa de troca de casais.O texto trazia em letras destacadas a seguinte escrita: só será permitida a entrada de casais munidos da certidão de casamento. Logo abaixo, um número de telefone que, logo José ligaria... Porém, solteiro como ele, somente a título de curiosidade...

– Alô, gostaria de falar com quem, senhor? Atendeu uma voz jovem e feminina.

– É sobre o anúncio. Disse José.

– Que anúncio senhor? Que número o senhor ligou?

– O anúncio, sabe... Bom, deixe-me ver... Ficou enrolando... E completou: é sobre a festa.

– Ah sim! Desculpe-me. Só um minuto, vou chamar o meu esposo.

– Não! Imagina! Não precisa incomodá-lo! Ligo depois... A mulher já saiu gritando: amor, amor! Tem um moço querendo informações sobre a festa.

– Desliga aí amor, vou atender aqui em cima. Gritou o maridão.

– Você é casado há quanto tempo?

– há pouco mais de um ano...

– Você sabe que terá que apresentar comprovante, não sabe?

– Sim, claro! Eu li no anúncio.

– É o seguinte: somos recém casados. Sabe como é, queremos fazer coisas diferentes, inovar sempre... E a festa será um aperitivo sexual... Se você quiser, poderá vir nos conhecer antes, amizade apenas.

Combinaram o encontro e, José é claro, foi ter com o casal. Quando viu a bela loira, José ficou doidão nela.

– Tenho que dar um jeito de entrar nessa mulher – quer dizer, festa. Falava sozinho enquanto voltava. Ele estava vidrado na mulher do cara.

No dia seguinte, comentou com alguns amigos.

– Ela tem os seios mais lindos que já vi... Ah! Aquelas pernas! Delirava contando a história.

Entre todos, só tinha um que era casado. O que fizeram? Tiraram várias cópias da certidão de casamento, arrumaram umas prostitutas baratas e foram à forra. Trocaram prostitutas por belas e jovens senhoras... Casadas!

– Afinal, fantasia é fantasia, não é mesmo? Brincava José com os amigos enquanto sorvia um bom vinho em companhia das senhoritas.

Fonte: http://blogger.edilmarlima.com.br

As malas, dos malas.
Por Edilmar Lima


E a história se repete. Grandes manchetes povoaram a imprensa nacional nos últimos anos denunciando corrupção em diversos setores do poder público. “Políticos” roubando, extorquindo, saqueando os cofres públicos, ou seja, roubando do nosso dinheiro. No entanto, nós – do povo – ficamos sem nada poder fazer.

Diz na Constituição Federal que, “Todo o poder emana do povo”, tenho de concordar com estas belas palavras, mesmo sabendo que, neste caso, não passam apenas de pura máxima sonora, pois, mobilizar a massa pensante do país para extirpar a banda podre da política não é tão fácil quanto colocá-la no poder e, sobretudo, para aqueles que venderam seus votos por míseros centavos, as malas, pouco importa.

E o olho roxo do deputado? Desculpem-me, por aparecer com o olho roxo nesta CPI.


Estava eu com meus amigos tomando umas no meu apartamento e inventei de pegar um CD que estava no armário. Foi quando ele, o armário, despencou sobre minha cabeça vindo acertar-me o rosto. De certo, os fantasmas do PC Farinha, Dilúvio, Franco e Carequinha, possam ser os responsáveis pela inesperada queda do armário que, cirurgicamente acertou-me apenas o olho.


Francamente, ainda há de existir pessoas que acreditam nesta história. O que – assim creio eu. Bom, se for verdade ou não, o que importa, é que a fera está ferida e graças a esta fera, muitos outros armários já caíram e outros ainda estão por cair. Sábias palavras de um conhecedor do submundo da política, suja. E agora JUDAS?

Pelo estrago causado no olho do nobre contador de histórias, o suposto armário, pode ter 1.90mt, pesar 90kg e ainda falar a mesma língua. Afinal, não é dando que se recebe?

CPI e o caso do furto de xampu.

As noticias sobre o mensalão, sobre CPI dos Correios, Marcos Valério e outros personagens que apareceram recentemente no noticiário nacional, nos faz refletir sobre a aplicação das leis no Brasil, por meio de um site fiquei sabendo do caso da Dona Maria Aparecida, uma paulistana pobre, mãe de dois filhos, que foi presa em flagrante em um supermercado na capital paulista, quando furtava um vidro de xampu, e que por incrível que pareça continua presa, apesar do principio penal da insignificância e da mesma ser primária.

A Dona Maria Aparecida está presa há mais de um ano por ter furtado um vidro de xampu, que deve custar no máximo R$ 9,00 (nove reais), enquanto os personagens das CPIs, que aparecem diariamente na mídia, continuam livres, apesar dos valores furtados do povo brasileiro terem sido bem superiores ao ínfimo valor furtado pela da Dona Maria Aparecida.

Então concluo que a lei infelizmente tem dois pesos e duas medidas, e que infelizmente, também, o pobre se encontra sempre do lado mais fraco, enquanto a Dona Maria Aparecida permanece presa deixando dois filhos abandonados, os suspeitos das CPIs ficam embaixo da sombra dos Habeas Corpus Preventivos.

Até quando vamos deixar donas marias aparecidas nas cadeias e criminosos do colarinho branco desfilando em seus carros importados pelas cidades comprados com o nosso dinheiro?Não precisamos de mais leis, precisamos sim que as leis sejam cumpridas e que o princípio constitucional da igualdade saía do papel e se torne uma realidade.

Dra. LUCIANA BUENO
Advogada - Brasília
http://www.advocacia.cufdb.com.br